Beto Richa vira réu pela quarta vez na Operação Quadro Negro; esposa e filho também foram denunciados

O ex-governador do Paraná, Beto Richa, virou réu pela quarta vez na Operação Quadro Negro. A denúncia feita pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) aponta que o político adquiriu um conjunto de salas comerciais em um prédio localizado no Centro Cívico, em Curitiba, no ano de 2013. Richa, a esposa, Fernanda Richa, o filho, André Vieira Richa, […]

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Imagem Beto Richa vira réu pela quarta vez na Operação Quadro Negro; esposa e filho também foram denunciados

O ex-governador do Paraná, Beto Richa, virou réu pela quarta vez na Operação Quadro Negro. A denúncia feita pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) aponta que o político adquiriu um conjunto de salas comerciais em um prédio localizado no Centro Cívico, em Curitiba, no ano de 2013. Richa, a esposa, Fernanda Richa, o filho, André Vieira Richa, e o contador, Dirceu Pupo, foram denunciados por lavagem de dinheiro.

Na aquisição, que custou R$ 2,2 milhões, parte do valor teria sido desviada por intermédio de um corretor de imóveis. A família também foi acusada de obstrução de investigação de organização criminosa.

Beto Richa denunciado pela quarta vez

A esposa do governador, o contador e o ex-governador também foram denunciados por obstrução da justiça. Ambos teriam tentado influenciar um corretor de imóveis envolvido na compra.

Quarta denúncia

Com as novas denúncias por lavagem de dinheiro e obstrução de justiça, o nome de Beto Richa é citado pela quarta vez durante a Operação Quadro Negro. Anteriormente, pela Operação Quadro Negro, Beto Richa já respondia pelos crimes corrupção passiva, fraude a licitação, obstrução de justiça, corrupção, organização criminosa e prorrogação indevida de contrato de licitação.

Operação Quadro Negro

Operação Quadro Negro investiga os desvios de recursos destinados à construção de escolas do Paraná, que resultou em mais de R$ 20 milhões de prejuízo a educação do estado.

O ex-governador já cumula três prisões. Na última passagem, em março deste ano, Beto Richa permaneceu 15 dias no Complexo Médico Penal de Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

(RIC MAIS)

(FOTO: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL)

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