Concursos públicos no Paraná ofertam mais de duas mil vagas; veja lista

Por g1 PR – Foto: Freepik/Reprodução

Pelo menos 14 concursos públicos estão com inscrições abertas no Paraná, com mais de 2.100 oportunidades em diversas áreas para nível médio, técnico e superior. Em algumas vagas, os salários chegam a R$ 20 mil.

Prefeitura de Carambeí

🖊️ Prefeitura de Sarandi

🖊️ Prefeitura de Piraquara

🖊️ Prefeitura de Campina Grande do Sul

🖊️ Prefeitura de Palmeira

  • Vagas: 39 + cadastro reserva, para nível superior, técnico e médio
  • Salários: de R$ 1.390,07 a R$ 8.394,13
  • Inscrições: até 19 de outubro
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🖊️ Câmara de Prudentópolis

  • Vagas: 5 + cadastro reserva, para nível superior completo
  • Salários: de R$ 2.524,82 a R$ 10.426,97
  • Inscrições: até 30 de outubro
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🖊️ Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh)

  • Vagas: 695, na área médica, assistencial e administrativa
  • Salários: de R$ 2.626,01 a R$ 12.524,35
  • Inscrições: até 30 de outubro
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Câmara de Marechal Cândido Rondon

  • Vagas: 2, para recepcionista e auxiliar de manutenção e almoxarifado
  • Salários: R$ 2.470,85 e R$ 2.974,01
  • Inscrições: até 13 de novembro
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🖊️ Prefeitura de Espigão Alto do Iguaçu

  • Vagas: 8, para auxiliar administrativo, cuidador, engenheiro civil, professor e mais
  • Salários: de R$ 2.170,38 a R$ 4.600,00
  • Inscrições: até 13 de novembro
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🖊️ Defensoria Pública do Paraná

  • Vagas: 710, para técnicos e analistas
  • Salários: de R$ 4.058,25 até R$ 6.361,57
  • Inscrições: até 16 de novembro
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🖊️ Universidade Estadual de Maringá (UEM)

  • Vagas: 62, para professores do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, e do Centro de Ciências da Saúde
  • Salários: de R$ 9.645,61 a R$ 14.545,11
  • Inscrições: até 14 de novembro
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🖊️ Prefeitura de Almirante Tamandaré

  • Vagas: 170, para nível fundamental, médio, técnico e superior
  • Salários: de R$ 1.336,63 a R$ 6.188,82
  • Inscrições: até 16 de novembro 2023
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🖊️ Prefeitura de Imbituva

  • Vagas: 85, para nível superior, médio e técnico
  • Salários: de R$ 1.685,15 até R$ 10.161,46
  • Inscrições: até 6 de novembro
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🖊️ Universidade Federal do Paraná (UFPR)

  • Vagas: 14, para professores
  • Salários: de R$ 2.437,59 a R$ 10.481,64
  • Inscrições: até 6 de fevereiro de 2024
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Exame toxicológico de motoristas tem prazo para ser regulamentado

Agência Brasil – Foto: Ministério da Infraestrutura/Conselho Nacional de Trânsito

O Ministério do Trabalho e Emprego tem 180 dias para regulamentar a realização dos exames toxicológicos na emissão ou renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para motoristas das categorias C, D e E. O novo prazo foi estabelecido pela lei 14.599/2003, que teve um de seus artigos anteriormente vetado e após a derrubada do veto, foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicado nesta segunda-feira (16), no Diário Oficial da União (DOU).

A sanção trata de uma mudança no artigo 148-A do Código Brasileiro de Trânsito, já com modificações desde 2017, quando foi estabelecida a exigência do exame pela primeira vez. Os prazos foram revistos e o exame chegou a ser suspenso, em razão da pandemia de covid-19.

Em junho deste ano, uma deliberação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) definiu um limite até 28 de dezembro para que a medida fosse retomada, já que o artigo que estabelecia prazo havia sido vetado pelo entendimento jurídico de que o assunto já estava regulamentado em outras leis. No caso, a Consolidação das Leis do Trabalho estabelecia que as custas do exame seriam do empregador e a Lei 9.503/1997 estabelecia as regras para a realização do exame.

Embora as leis anteriores tratassem das obrigações, os procedimentos sobre a aplicação, fiscalização periódica e o registro da aplicação do exame toxicológico nos processos e sistemas eletrônicos não haviam sido estabelecidos. Com a retomada de parte dos vetos, esses procedimentos deverão ser estabelecidos pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Penalidade

Outra mudança que foi retomada com a sanção é a aplicação de infração gravíssima, com sete pontos na CNH, e multa de cinco vezes o valor da penalidade, que soma atualmente R$ 1.467,35, para o motorista que não fizer o exame toxicológico a cada dois anos, ou quando realizar a renovação da habilitação. Para esses casos, a tolerância é de 30 dias.

A medida foi vetada pelo entendimento jurídico de que a penalidade foi considerada desproporcional.

Laboratórios

Os exames toxicológicos para verificação do consumo de substâncias psicoativas são realizados a partir de amostras de cabelo, pelo, ou unha. Os resultados são emitidos em, no máximo, 90 dias.

De acordo com o site da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), atualmente, há 17 redes de laboratórios credenciadas a fazer o exame.

Semana começa com 564 vagas de emprego na Agência do Trabalhador de Cianorte

Assessoria 

Nesta segunda-feira (16), a Agência do Trabalhador de Cianorte está com 564 vagas de emprego cadastradas. As oportunidades são para diversas áreas e funções, com ou sem experiência, assim como para pessoas com deficiência (PcD). Destaque para os cargos de auxiliar administrativo e de cozinha; borracheiro, costureira, mecânico, eletricista, motorista e vendedor. A lista completa está disponível no site do Município (www.cianorte.pr.gov.br), com acesso direto pelo link http://cianorte.pr.gov.br/pagina/72_Agencia-do-Trabalhador.html.

Os interessados devem buscar orientações na sede da Agência do Trabalhador, localizada na Avenida Paraná, 510, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h. É preciso apresentar os documentos pessoais e a carteira de trabalho. “Nossa missão é promover o encontro do candidato com um emprego compatível com seus interesses, habilidades e qualificações. São vagas em diversos níveis de escolaridade e faixas salariais, contemplando vários perfis de trabalhadores”, reforça o gerente, Nei de Jesus.

Carteira assinada: semana começa com 15,7 mil vagas nas Agências do Trabalhador

AEN – Foto: Geraldo Bubniak 

As Agências do Trabalhador do Paraná e postos avançados começam a semana com a oferta de 15.767 vagas de emprego com carteira assinada no Estado. A maior parte é para auxiliar de linha de produção, com 2.876 oportunidades. Na sequência, aparecem as funções de operador de telemarketing receptivo, com 680 vagas, magarefe, com 463, e abatedor de aves, com 365.

A Grande Curitiba concentra o maior volume de postos de trabalho disponíveis (4.551). São 680 vagas para operador de telemarketing receptivo, 465 para auxiliar de linha de produção, 310 para operador de telemarketing ativo e receptivo e 175 para operador de telemarketing ativo.

Na Capital, a Agência do Trabalhador Central oferta 66 vagas para preenchimento urgente: servente de obras (23), zelador (21), pedreiro (13), técnico em edificações (08) e gerente administrativo (01).

A Região de Cascavel aparece em seguida (4.011), com 830 oportunidades para auxiliar de linha de produção, 370 para magarefe, 295 para abatedor de porcos e 265 para abatedor de aves.

Nas demais regionais do Interior são destaques Londrina (1.480), Pato Branco (1.096) e Campo Mourão (1.048). Em Londrina, as funções que lideram as ofertas de vagas são auxiliar de linha de produção, com 304 vagas, alimentador de linha de produção, com 89, operador de caixa, com 53, e abatedor de aves, com 40 oportunidades.

Em Pato Branco, os destaques são para auxiliar de linha de produção (266), trabalhador de avicultura de corte (72), operador de processo de produção (62) e auxiliar de almoxarifado (60).

Em Campo Mourão, há oferta de emprego para as funções de auxiliar de linha de produção, com 262 oportunidades, abatedor de aves, com 60, soldador, com 47, e oficial de serviços gerais na manutenção de edificações, com 27.

ATENDIMENTO – Os interessados devem buscar orientações entrando em contato com a unidade da Agência do Trabalhador de seu município. Para evitar aglomeração, a sugestão é que o atendimento seja feito com horário marcado. O agendamento deve ser feito AQUI.

Confira AQUI as vagas por regionais.

Saúde mental é principal problema para os professores, aponta pesquisa

Agência Brasil – Foto: Hedeson Alves/SEED

A saúde dos professores não vai bem no Brasil. É o que aponta o livro Precarização, Adoecimento & Caminhos para a Mudança. Trabalho e saúde dos Professores, lançado nesta semana pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro).

livro foi lançado durante o V Seminário: Trabalho e Saúde dos Professores – Precarização, Adoecimento e Caminhos para a Mudança. Durante o seminário, os pesquisadores apontaram que, seja na rede pública ou na rede privada, os professores sofrem de um mesmo conjunto de males ou doenças, em que há predomínio dos distúrbios mentais tais como síndrome de burnout, estresse e depressão. Depois deles aparecem os distúrbios de voz e os distúrbios osteomusculares (lesões nos músculos, tendões ou articulações).

“Os estudos têm mostrado que as principais necessidades de afastamento para tratamento de saúde dos professores são os transtornos mentais. Quando olhávamos esses estudos há cinco anos, eles apontavam prevalência maior de adoecimento vocal. Mas isso está mudando. Hoje os transtornos mentais já têm assumido a primeira posição em causa de afastamento de professores das salas de aula”, disse Jefferson Peixoto da Silva, tecnologista da Fundacentro.

Segundo Frida Fischer, professora do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), entre os principais problemas enfrentados por docentes no trabalho está a perda de voz, a perda auditiva, os distúrbios osteomusculares e, mais recentemente, as doenças mentais. “Essas são as principais causas de afastamento dos professores”, disse, em entrevista coletiva.

Uma pesquisa realizada e divulgada recentemente pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) já havia apontado que muitos professores estão enfrentando problemas relacionados à saúde mental e que isso pode ter se agravado com a pandemia do novo coronavírus.

Violência

Outro problema que agravou a saúde dos professores é a violência, aponta Renata Paparelli, psicóloga e professora da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo. Segundo ela, o adoecimento dos professores pode ser resultado de três tipos de violência: a física, como as agressões e tapas; as ameaças; e também as resultantes de uma atividade psicossocial cotidiana, como os assédios, por exemplo, relacionados à gestão escolar. Além disso, destaca, há também os episódios de ataques contra as escolas.

As consequências dessas violências, diz Renata, podem resultar tanto em um problema físico, tais como uma lombalgia ou lesão, quanto em uma doença relacionada a um transtorno de estresse pós-traumático.

“A escola não é uma ilha separada de gente. A escola está dentro de uma comunidade, está na sociedade e todos os problemas da sociedade vão bater lá na porta da escola. O tempo todo a escola reflete os problemas que existem na sociedade”, ressaltou Wilson Teixeira, supervisor escolar da Secretaria Municipal de Educação da prefeitura de São Paulo. “Então, a escola também pode ser promotora de violência. Uma gestão autoritária, por exemplo, pode causar sim adoecimento dos professores”, destacou.

Além da violência, a falta de recursos ou de condições apropriadas também contribui para que o professor adoeça. Isso, por exemplo, está relacionado não só à infraestrutura da escola como também aos baixos salários, jornadas excessivas e até a quantidade de alunos por salas de aula. “As doenças relacionadas ao trabalho estão diretamente relacionadas às condições de trabalho, aos recursos que os professores têm para a administração de seu cotidiano. Quando as condições de trabalho são precárias, tanto em infraestrutura quanto em recursos ou exigências, e quando existe um desequilíbrio entre o que o professor tem de fazer e aquilo que é possível ser feito dentro daquelas condições, as pessoas vão adoecer”, disse Frida Fischer.

Para Solange Aparecida Benedeti Penha, secretária de assuntos relativos à saúde do trabalhador da Apeoesp, parte desses problemas podem ser resolvidos com o fortalecimento das denúncias e também por meio de negociações entre os sindicatos e os governos. “Defendemos menos alunos nas salas de aula, professores valorizados e, consequentemente, isso vai trazer uma melhoria para a educação”, disse.

Para Jeffeson Peixoto da Silva, todas essas questões demonstram que é necessário que sejam pensadas políticas públicas voltadas também para o bem-estar dos professores. “A principal conclusão do livro é a questão das políticas públicas, a importância de termos políticas públicas e que sejam favoráveis às melhorias das condições de saúde e de trabalho dos professores. Medidas pontuais podem beneficiar alguns, mas temos no Brasil um número muito grande de professores, mais de 2 milhões, que vivem em regiões e situações diferentes, então as políticas públicas são aquelas capazes de abranger toda essa necessidade”, disse Silva.

Acidente entre automóvel e ônibus deixa duas pessoas mortas na PR-323, em Cianorte

OBemdito com Notícia Cianorte e Região – Foto: Reprodução/Notícia Cianorte e Região 

Um casal, sendo um homem de 60 anos e uma mulher de 55 anos, morreu em um grave acidente registrado na tarde deste domingo (15), na rodovia PR-323, próximo à antiga Acrenorte, em Cianorte. A batida envolveu um ônibus que fazia a linha Guaíra/Londrina e um Volkswagen Fox com placas de Roncador-PR.

As vítimas fatais estavam no veículo que seguia sentido Tapejara a Cianorte. Ao tentar cruzar a rodovia para acessar o Conjunto Mafra, o carro colidiu com o ônibus que trafegava na mesma direção. O motorista do ônibus fez uma tentativa de desvio, mas a colisão foi inevitável.

Equipes do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), que se dirigiam para atender um capotamento próximo ao Rio do Índio, pararam no local, mas, infelizmente, não conseguiram salvar a vida do casal. O Corpo de Bombeiros também esteve na ocorrência. O veículo foi arrastado por cerca de 15 metros.

Policiais rodoviários compareceram ao local e, após os procedimentos, elaborarão um boletim de ocorrência para investigar as circunstâncias do acidente. Equipes da Criminalística e do Instituto Médico Legal (IML) também prestaram assistência para a liberação e encaminhamento dos corpos para exames.

Medicamento é a principal causa de intoxicação de crianças, alerta Secretaria da Saúde

Fonte/Foto: AEN

A Secretaria estadual da Saúde (Sesa) reforça o alerta a pais e responsáveis que a maioria dos casos de envenenamento de crianças ocorre dentro das próprias casas. Um levantamento feito pela pasta, por meio da Divisão de Vigilância de Zoonoses e Intoxicações (DVVZI), aponta que de 2018 a 2023 ocorreram 11.514 registros de intoxicação, 94% deles com produtos encontrados nas residências.

Segundo dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan Net), o medicamento é o maior vilão das crianças em geral, de 0 a 12 anos, seguido de produtos de uso domiciliar e químicos. A intoxicação por medicamento ocorre, em sua maioria acidental, por via digestiva e representa 45% das notificações. De 2018 a 2023 foram registradas 5.089 intoxicações, uma média de mil ocorrências por ano. As crianças de 0 a 4 anos são as que mais sofrem com esse tipo de acidente.

Nesse mesmo período houve o registro de 2.397 acidentes com produtos de uso domiciliar, como alvejantes, detergentes, desinfetantes, entre outros, e 786 por produtos químicos. Raticidas, agrotóxicos, plantas tóxicas, cosméticos também aparecem como causadores de intoxicação.

Para evitar tais situações, a orientação é manter os medicamentos, produtos de limpeza e outros intoxicantes guardados em local seguro, fora do alcance de crianças, como em armários trancados. Jamais guardar medicamentos vencidos também é um dos cuidados que devem ser adotados.

De acordo com a bióloga da Sesa, Juliana Cequinel, as crianças possuem características próprias que as tornam mais propensas a acidentes por intoxicação. A curiosidade é uma dessas principais características. “É a fase da experimentação oral. Ou seja, é quando os pequenos querem levar tudo à boca. A apresentação, envolvendo tamanho, forma e cor dos medicamentos, associada ao acesso fácil contribuem para o grande número de acidentes. A orientação é que sejam armazenados em lugares mais altos e, de preferência, em armários trancados”, alerta.

Com 16% dos casos de intoxicação em pessoas de até 12 anos, os produtos de uso domiciliar também devem ser armazenados de maneira adequada. O acesso e a apresentação desses produtos são um convite à curiosidade infantil. Alguns deles são clandestinamente comercializados em garrafas pet, confundindo ainda mais o seu conteúdo, ficando muito parecido com sucos e refrigerantes.

CAMPANHA – Anualmente, durante o mês de outubro é feita a Campanha de Prevenção do Envenenamento Infantil, com divulgação por videoconferência e nas redes sociais junto às 22 Regionais de Saúde do Paraná. O objetivo é prevenir e informar pais, responsáveis, educadores, profissionais de saúde, órgãos oficiais e instituições não governamentais sobre esse tema.

Além de deixar os produtos em lugares altos, de difícil alcance para os pequenos, existem outras orientações da equipe de Vigilância de Zoonoses e Intoxicações:

– nunca falar às crianças que medicamento é doce, faz crescer ou deixa forte

– não reutilizar embalagens para armazenar produtos perigosos, como garrafas de refrigerantes, potes, frascos vazios

– não deixar cosméticos ao alcance das crianças

– as crianças devem ser sempre supervisionadas por adultos

CASO DE ACIDENTE – Em caso de envenenamento com qualquer produto ou agente tóxico, procurar imediatamente atendimento médico. Se possível, levar foto, nome ou embalagem do produto ou agente tóxico causador de acidente. É importante ter o contato do centro de informações toxicológicas de sua região em local visível e fácil, caso precise de atendimento urgente ou de prevenção.

Para outras dúvidas e informações entrar em contato com o Centro de Controle de Envenenamento do Paraná pelo 0800 41 0148, com plantão 24 horas.

Prefeitura de Cianorte lança editais da Lei Paulo Gustavo

Foram publicados, no Órgão Oficial do Município de Cianorte (https://cianorte.pr.gov.br/diario-oficial/), Edição Nº 2682/2023 (https://cianorte.pr.gov.br/uploads/diarioOficial/2682.pdf), dois editais que dispõem sobre a seleção de projetos culturais para receberem recursos federais pela Lei Paulo Gustavo (Lei Complementar Nº 195/2022), sendo um específico para audiovisual e o outro para as demais áreas.

O montante disponibilizado para audiovisual é de R$ 529.418,65. Já para as demais áreas, foram destinados R$ 214.460,30. Ambos com cotas étnico-raciais nas proporções de 20% para pessoas negras e pardas e de 10% para indígenas. Serão contemplados com os recursos tantos projetos aprovados quanto permitir o valor orçamentário de cada categoria.

As inscrições são on-line e deverão ser realizadas até o dia 23 de outubro, exclusivamente pela plataforma Apporte Investimentos Sociais, com acesso pelo site do Município (https://cianorte.pr.gov.br/secretaria/cultura), pela área de banner rotativo, ou no link https://apporte.me/apporte/edital/PAULOGUSTAVO-CIANORTE-AUDIOVISUAL para audiovisual e https://apporte.me/apporte/edital/PAULOGUSTAVO-CIANORTE-DEMAISAREAS para demais áreas. Pode participar qualquer agente cultural, desde que maior de 18 anos e residente em Cianorte há, pelo menos, 18 meses, e, em caso de pessoa jurídica, com sede no Município também há, pelo menos, 18 meses.

Nenhuma aposta acerta Mega-Sena e prêmio acumulado vai a R$ 34 milhões

Fonte/Foto: Agência Brasil 

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 2644 da Mega-Sena. Os números sorteados foram 04 – 17 – 22 – 28 – 30 e 49.

Com isso, o prêmio da faixa principal para o próximo sorteio, nesta terça-feira (17), está estimado em R$ 34 milhões.

A quina teve 89 apostas ganhadoras, e cada uma vai receber R$ 37.626,65. Já a quadra registrou 7.255 apostas vencedoras, e cada ganhador receberá um prêmio de R$ 659,40.

As apostas para o próximo concurso podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 5.

Incluído em pesquisa presidencial, Ratinho desponta no cenário de 2026

Incluído pela primeira vez numa pesquisa presidencial como eventual candidato do PSD, o governador do Paraná, Ratinho Junior, desbanca outros candidatos que já concorreram à presidência como Ciro Gomez, Simone Tebet e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.

A pesquisa foi publicada pelo Instituto Paraná Pesquisas e revela o desempenho do governador em diversos cenários. Em um deles, Ratinho Junior aparece na segunda colocação com 12,8% atrás do presidente Luiz Inácio Lula da Silva – PT, que deve disputar a reeleição em 2026.

Apontado como potencial presidenciável, Ratinho surpreende ao alcançar dois dígitos na pesquisa, considerando o cenário de disputa três anos antes do pleito.

Em outro cenário, o governador aparece com 4,6% de intenção de votos a frente do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), com 2,1%.

O levantamento foi feito em todos os estados e o Distrito Federal, entre os dias 29/9 e 3/10 e a margem de erro é 2,2 pontos percentuais.