Desligamento programado deve deixar quase 200 imóveis sem energia em Cianorte

Fonte: Portal da Cidade Cianorte – Foto: Copel

Desligamentos programados pela Companhia Paranaense de Energia (Copel) podem quase 200 unidades consumidoras sem energia elétrica em Cianorte nesta semana. As interrupções são necessárias para a realização de serviços de melhorias e ampliações de rede.

Devem ser afetados as seguintes regiões:

Terça-feira (13) – das 10h15 às 17h15

  • Estradas: Altair, Bassoroca, Jacuri, Mondai e Sertãozinho;
  • Rodovias: PR-567 Bento Fernandes Dias;

Quarta-feira (14) – das 14h às 17h

  • Estradas: Ervalsinho, Igarite, Imbu Mirim, Itapirapua, Jatai, Suzio, Tucurutu e Ivaí;
  • Rodovias: PR-567 Bento Fernandes Dias;

Quinta-feira (15) – das 13h15 às 17h45

  • Estradas: Boa Sorte e Cambuci;
  • Rodovia: PR-082 CIT TBO.

Sexta-feira (16) – das 10h15 às 130h15

  • Estrada: Aldeia.

Apostas esportivas comprometem orçamento familiar das classes D e E

Fonte: AGbr – Foto: Joedson Alves

O gasto com apostas esportivas em plataformas online, as bets, está impactando o consumo de mercadorias e serviços, sobretudo das classes socioeconômicas de menor poder aquisitivo, e afetam a percepção da melhoria da economia brasileira, como o aumento da renda, do crescimento da ocupação e o controle inflacionário.

A avaliação é da empresa PwC Strategy& do Brasil Consultoria Empresarial Ltda, ligada à multinacional de auditoria e assessoria PricewaterhouseCoopers. De acordo com o economista e advogado Gerson Charchat, sócio e líder da Strategy& do Brasil, os gastos com apostas esportivas “já superam outros tipos de despesas discricionárias, como lazer, cultura e produtos pessoais, e até mesmo estão começando a impactar o orçamento destinado à alimentação. Esse desvio de recursos para as apostas exerce uma pressão considerável sobre a demanda por produtos essenciais, afetando a dinâmica da economia de forma geral.”

As apostas esportivas em plataformas explodiram no Brasil após a Lei nº 13.756 ser aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo então presidente Michel Temer no final de 2018. Daquele ano a 2023, os gastos com apostas aumentaram 419%.

“Em 2018, as apostas representavam 0,27% do orçamento familiar da classe D e E; hoje, esse percentual saltou para 1,98%, quase quatro vezes mais do que há cinco anos. Por outro lado, os gastos com lazer e cultura diminuíram de 1,7% para 1,5% do orçamento, enquanto os gastos com alimentação se mantiveram estáveis”, conta Charchat em entrevista para a Agência Brasil.

Ele alerta que as apostas esportivas cresceram de forma expressiva e se tornaram uma fonte de gastos significativa, especialmente entre os jovens dos estratos sociais de menor poder aquisitivo. “O fenômeno pode gerar, inclusive, um aumento no endividamento entre a população de baixa renda, o que pode trazer impactos negativos para o crescimento econômico do país.”

A análise publicada da Strategy& do Brasil, baseada em dados secundários, assinala que a percepção da população de dificuldades financeiras cresceu cinco pontos percentuais entre 2022 e 2024. Hoje um quinto dos brasileiros dizem enfrentar dificuldades para pagar as suas contas todos os meses, ou não conseguem pagá-las na maioria das vezes.

Renda comprometida

Não há informação precisa sobre o número de empresas que administrem plataformas no Brasil e nem o volume de dinheiro arrecadado no negócio. Esses números só serão conhecidos após as betsobterem autorização do Ministério da Fazenda para exploração comercial da modalidade lotérica de apostas de quota fixa, e começarem a arrecadar tributos.

Os impactos e efeitos sobre a economia já haviam sido apontados pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC). Segundo pesquisa de opinião feita para a entidade em maio, entre os que apostam, 64% reconhecem que utilizam parte da renda principal para tentar a sorte; 63% afirmam que tiveram parte da sua renda comprometida com as apostas online; e 23% deixou de comprar roupa, 19% itens de mercado, 14% produtos de higiene e beleza, 11% cuidados com saúde e medicações.

Para a economista Ione Amorim, consultora do programa de serviços financeiros do Instituto de Defesa de Consumidores (Idec), “o problema escalou” e além da dimensão econômica, há erros na regulamentação, efeitos sociais e na saúde mental da população não estimados.

“Hoje a gente já tem uma realidade de suicídio, de destruição de lares, de endividamento, de pessoas que já perderam o emprego porque já envolveram tudo que tinham. De doenças mentais extremamente graves por conta dessas dependências, que leva a outra, quer dizer: a pessoa se endividou, e se perdeu, vai do jogo para o álcool, do álcool para as drogas e para o suicídio”, descreve Ione Amorim que já deu palestras sobre os impactos das apostas online até mesmo nas Forças Armadas.

Na avaliação da economista, a situação social e a desinformação tornam o público mais pobre mais vulnerável a correr riscos em apostas.

“Nós temos uma população com baixo nível de educação financeira. As pessoas já têm dificuldade de lidar com a sua realidade, de gastar dentro dos seus ganhos.”

Para ela, a situação socioeconômica de algumas famílias leva ao endividamento para garantir a sobrevivência, e as apostas se tornam um risco atrativo para, ocasionalmente, obter recursos e quitar compromissos.

Mas, segundo Ione é preciso estar atento: “o ganho fácil vai levar a pessoa a um ambiente onde pode haver perdas significativas”, ressalta a economista que também assinala que as apostas são intermediadas por sistemas com algoritmos.

“A pessoa está jogando contra uma máquina que foi programada. Então, ela vai ganhar eventualmente, mas vai perder muito mais do que vai ganhar.”

PL 2234

Ione Amorim acrescenta que os efeitos econômicos, sociais e de saúde mental ocasionados pelas plataformas eletrônicas de apostas esportivas em plataformas online podem ser potencializados com a aprovação do Projeto de Lei nº 2.234/2022, em tramitação no Senado, que autoriza a exploração em todo o território nacional de cassinos, bingos, jogo do bicho e aposta em corridas de cavalo.

A aprovação do PL, assim como da lei que autorizou as apostas nas bets, é defendida pela possibilidade de que os negócios gerem emprego, renda e tributos que podem custear políticas sociais. No caso das plataformas eletrônicas, em funcionamento há cinco anos, nenhum real foi arrecadado.

O recolhimento começará após autorização para exploração comercial pelo Ministério da Fazenda. A outorga será concedida, depois de avaliação técnica e legal, mediante o pagamento de R$ 30 milhões à União. O prazo para obter a permissão é até o final do ano.

A contabilidade de arrecadação de quem defende a legalização dos jogos não deduz as perdas da tributação que estão ocorrendo em outros setores em meio ao crescimento de gastos com aposta e também não dimensiona o aumento de despesas do Estado com segurança pública e com atendimento à saúde mental.

Oito servidores do Estado morreram no acidente aéreo em Vinhedo

Fonte/Foto: AEN

O Governo do Paraná lamenta profundamente a morte de pelo menos oito servidores e profissionais ligados diretamente ao Estado no acidente aéreo em Vinhedo, no interior de São Paulo, na sexta-feira (9). São docentes e médicos da Unioeste, um professor da rede estadual e um funcionário da Sanepar.

A comunidade científica e universitária está em luto pelas vítimas Edilson Hobold, professor do curso de Educação Física (Bacharelado) do campus de Marechal Cândido Rondon; Deonir Secco, professor do curso de Engenharia Agrícola do campus de Cascavel; José Roberto Leonel Ferreira, professor aposentado do Curso de Medicina e Residência Médica; e Raquel Ribeiro Moreira, professora do Programa de Pós-Graduação em Letras do campus de Cascavel.

Também faleceram a médica pediátrica Sarah Sella Langer, do Hospital Universitário do Oeste do Paraná (Huop) e egressa do curso de Medicina da Unioeste, e Mariana Comiran Belim, também egressa do curso de Medicina, do campus de Cascavel e médica intensivista da UTI Adulta do Huop.

Morreram, ainda, Ana Caroline Redivodo e Hadassa Maria da Silva, ex-alunas dos cursos de Administração e Ciências Contábeis da instituição estadual de ensino superior.

A Secretaria de Estado da Educação lamenta profundamente a morte do professor Adriano Daluca Bueno, que completaria 48 anos no próximo domingo. O profissional era contratado pelo Estado, via PSS (Processo Seletivo Simplificado), e estava lotado no Colégio Estadual Dario Vellozo no município de Toledo.

Outra vítima da queda do avião, Simone Mirian Rizental, atuou como pedagoga na rede estadual de educação até se aposentar, em 2020. Ela trabalhou no CEEP Pedro Boaretto Neto, em Cascavel.

Também faleceu Mauro Bedin, que trabalhava na Gerência Comercial Sudoeste da Sanepar, em Guaíra. Ele tinha 33 anos de companhia.

Cianorte 1 x 2 Anápolis – Leão do Vale perde em casa e terá que buscar resultado em Goiás

Fonte: Futebol Interior – Foto: Elisandro Vieira 

O Cianorteperdeu por 2 a 1 para Anápolis, de virada, no primeiro jogo das oitavas de final do Brasileirão Série D neste domingo à tarde, no estádio Albino Turbay, no Paraná. Com a derrota, o Cianorte terá que vencer com um gol de diferença para levar o duelo para as penalidades ou vencer por dois gols de diferença para avançar. O empate em casa servirá para o time goiano.

A estratégia do treinador Testoni não saiu como o planejado. Os donos da casa saíram na frente com Celeri, mas, sofreram o emapte em seguida e no final da segunda etapa, levaram a virada. Agora o Cianorte terá que buscar a classificação para as quartas de final em Goiás.

O JOGO

Com 3 minutos de jogo, o Anápolis teve o primeiro escanteio, cobrado curto. Aos 9 minutos, Lucas Lourenço realizou uma grande jogada individual pela ponta esquerda do ataque, sendo parado com falta. Na cobrança, a bola sobrou para Celeri chutou para o gol e abriu o placar para o Cianorte.

No entanto, aos 18 minutos, em uma jogada individual, Rafael Mineiro empatou a partida para o Anápolis. A defesa se confundiu na marcação, o adversário chegou de frente e bateu à meia atura, sem chances para o goleiro.

Pouco depois, aos 21 minutos, Rian avançou pela esquerda, obrigando o goleiro Wellerson a realizar uma grande defesa. O Anápolis continuou pressionando e, aos 24 minutos, chegou com perigo novamente, fazendo Tiepo defender um chute rasteiro. Aos 34 minutos, o Cianorte tentou uma tabela entre Rian e Lucas Lourenço, mas a defesa do Anápolis desarmou a jogada ao chegar na área.

Aos 41 minutos, Rafael Mineiro conseguiu cabecear por cima do goleiro Tiepo após um cruzamento pela direita do ataque goiano. Já aos 44 minutos, Celeri cabeceou após um lateral, mas o goleiro Wellerson fez mais uma defesa, mantendo o placar empatado até o final do primeiro tempo.

SEGUNDO TEMPO

Com 3 minutos da segunda etapa, Natham aproveitou o rebote da defesa goiana e finalizou acima do gol de Wellerson. Mesmo em posição de impedimento, Gabriel, aos 4 minutos, obrigou o goleiro goiano a fazer uma grande defesa. Aos 8 minutos, Paulinho, do Anápolis, cobrou uma falta frontal que passou por cima do gol de Tiepo.

Aos 10 minutos, Lucas Lourenço fez uma grande jogada pelo meio, lançando Celeri na ponta, que finalizou ao lado do gol. Com 18 minutos de jogo, Baianinho recebeu em profundidade pela direita e avançou; o cruzamento quase encontrou Celeri. Aos 24 minutos, após uma cobrança de falta lateral por Leo Campos, Raphael desviou e quase acertou a trave do time de Anápolis.

Nos minutos seguintes, o Cianorte exerceu muita pressão, mas a defesa do Anápolis desarmou as tentativas. Aos 38 minutos, Marcão marcou o gol para o Anápolis, tocando na saída do goleiro Tiepo. Ele roubou a bola na linha da ´grane área, carregou por dois metros e bateu rasteiro na saída do goleiro.

Com 44 minutos de jogo, o Anápolis fez o terceiro gol da partida com Ariel, mas foi anulado pelo VAR. Não deu para entender porque o gol acabou anulado, porque nem os jogadores da casa reclamaram do lance.

PRÓXIMO JOGO

As duas equipes voltam a se enfrentar dia 18/08, às 16h30, no estádio Jonas Duarte, em Anápolis.

STF decidirá se testemunha de Jeová pode recusar transfusão de sangue

Fonte: AGbr – Foto: AEN

O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a analisar nesta quinta-feira (8) se as testemunhas de Jeová podem recusar transfusão de sangue em tratamentos realizados pelo Sistema Único da Saúde (SUS). A Corte também decidirá se o Estado deve custear tratamento alternativo que não utilize a transfusão de sangue. Por razões religiosas, as testemunhas não realizam o procedimento.

Dois recursos protocolados na Corte motivam o julgamento da questão. O primeiro envolve o caso de uma mulher que se recusou a conceder autorização para transfusão de sangue durante cirurgia cardíaca na Santa Casa de Misericórdia de Maceió. Diante da negativa, o hospital não realizou o procedimento.

No segundo caso, um homem, que também faz parte do grupo religioso, pediu que a Justiça determine ao SUS o custeio de uma cirurgia ortopédica que não realiza a transfusão, além do pagamento dos gastos com o tratamento.

Segundo a advogada Eliza Gomes Morais Akiyama, representante da mulher que recusou a transfusão, as testemunhas de Jeová passam dificuldades para manter sua saúde. Eliza também defendeu que o Estado deve oferecer tratamentos sem o uso de transfusão de sangue.

“A recusa não é um capricho. Recusar transfusão de sangue está estritamente ligado ao exercício da dignidade pessoal e para viver poder em paz com ela mesma e com o Deus que ela tanta ama, Jeová. Será que essa recusa é um ato de extremismo, de fanatismo religioso ou será que o avanço da medicina e do direito tem apontado que é razoável e legitimo um paciente fazer essa escolha em razão de suas convicções religiosas?”, questionou.

O defensor público Péricles Batista da Silva defendeu a implantação de um protocolo para atendimento das testemunhas de Jeová e disse que a escolha de não passar pela transfusão deve ser respeitada quando médicos tiverem conhecimento da condição. “Não há como obrigar um paciente adulto e capaz a receber um tratamento médico.”

Para o advogado Henderson Furst, representante da Sociedade Brasileira de Bioética, a autonomia dos pacientes deve ser respeitada pelos médicos, contudo ele apontou que há insegurança jurídica para os profissionais de saúde.

“Trata-se de observar um entendimento mais amplo. Como registrar essa autonomia? Um testamento será suficiente? Preciso registrar no cartório ou não?”, questionou.

Na sessão de hoje, os ministros ouviram as sustentações das partes envolvidas no processo. Os votos serão proferidos no julgamento da causa, que ainda não tem data definida.

Paraná tem a maior taxa de crianças registradas em cartório da Região Sul, aponta IBGE

Fonte: AEN – Foto: Roberto Dziura

O Paraná tem a terceira maior taxa de crianças com até 5 anos com registro de nascimento em cartório. Segundo dados do Censo 2022, divulgados nesta quinta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 99,66% das crianças paranaenses nessa faixa etária foram registradas.

A taxa do Estado fica abaixo apenas das taxas do Espírito Santo (99,69%) e de Minas Gerais (99,71%), e é pouco maior que a de Santa Catarina (99,60%) e do Rio Grande do Sul (99,63%), sendo que a região Sul tem o melhor resultado nacional. No Brasil, o índice também é alto, chegando a 99,26% das crianças de até 5 anos com a certidão de nascimento, sendo que 24 das 27 unidades da Federação já atingiram pelo menos 98% de registros de nascimentos.

Em números absolutos, das 846.632 crianças nessa faixa etária no Paraná em 2022, 843.812 tinham sido registradas. Entre estas, 843.721 foram registradas em cartório, 91 são crianças indígenas, que têm o Registro Administrativo de Nascimento Indígena (Rani), e apenas 1.759 não foram registradas.

IDADES – Quando se leva em conta o recorte por idade, 99,56% das crianças menores de 1 ano tinham registro de nascimento no Paraná, assim como 99,67% das com 1 ano de idade completo, 99,67% com 2 anos, 99,67% com 3 anos, 99,69% com 4 anos e 99,68% com 5 anos de idade.

Já pelo critério de raça do Censo 2022, 68,23% das crianças registradas no Paraná em 2022 eram brancas, enquanto que no Censo de 2010, eram 73,95%. As crianças pardas responderam por 28,8% dos registros em 2022 e por 23,29% em 2010; as pretas eram 2,19% em 2022, contra 1,67% em 2010; as amarelas representaram 0,44% do total em 2022 e 0,76% em 2010; e as indígenas 0,34% em 2022 e 0,33% em 2010.

MUNICÍPIOS – Entre os 399 municípios paranaenses, 102 chegaram ao Censo de 2022 com taxa de 100% no registro de crianças, o que equivale a 25% do total. E apenas 11 cidades tiveram índice menor de 99%, sendo que nenhuma abaixo dos 97%.

Em todo o Brasil, 1.098 municípios (19,7%) tiveram cobertura de 100% em 2022, quase o dobro do apresentado no Censo 2010, com 624 cidades (11,2%). Já o número de municípios com cobertura menor que menos de 95% caiu de 441 (7,9%) para 65 (1,2%) no mesmo período em todo o País.

SOBRE A PESQUISA – Os registros de nascimentos passaram a ser investigados no Censo Demográfico 2010 e voltaram a ser observados no ano de 2022. Isso possibilita investigar a evolução do estoque de pessoas que têm registro de nascimento lavrado em cartório ou Registro Administrativo de Nascimento Indígena.

O registro de nascimento, realizado em Cartórios de Registro Civil de Pessoas Naturais do País, representa a oficialização da existência do indivíduo, de sua identificação e da sua relação com o Estado, condições fundamentais ao exercício da cidadania.

Homem tenta trocar cheque falso de R$ 6 mil em banco da região e acaba preso

Fonte: Portal da Cidade Cianorte – Foto: AEN

Um homem, de 41 anos, foi preso por estelionato em um banco de Terra Boa (a 25 quilômetros de Cianorte), nesta quarta-feira (7).

A Polícia Militar (PM) foi chamada pelo gerente de uma agência bancária da cidade. O solicitante relatou que um homem tentou trocar um cheque de R$ 6 mil  e que o documento seria falsificado.

De acordo com a PM, a folha de cheque estava no nome de uma mulher e, em consulta ao sistema, foi constatado que a conta corrente não existe, assim como a linha digitável do documento.

A Polícia Civil (PC) foi acionada para acompanhar a situação, sendo o suspeito detido e encaminhado para providências da Polícia Judiciária.

CIEE de Cianorte tem vagas de estágio abertas

Fonte/Foto: Portal da Cidade Cianorte

O Centro de Integração Empresa-Escola do Paraná (CIEE) está com 25 vagas de estágio abertas em Cianorte. Os interessados devem estar matriculados nos ensinos técnico ou superior. As inscrições podem ser feitas pelo site www.cieepr.org.br ou é possível enviar o currículo para cianorte@ciee pr.org.br.

Já para se candidatar às oportunidades de estágio pessoalmente, é necessário que o estudante vá ao CIEE de Cianorte, localizado na Avenida Souza Naves, 50, térreo, com RG e CPF. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 12h e das 13h30 às 17h.

As vagas disponíveis são para:

  • Ensino Médio;
  • Administração;
  • Direito;
  • Contabilidade;
  • Educação Física;
  • Marketing;
  • Técnico em Gestão;
  • Técnico em Segurança do Trabalho;
  • Técnico em Administração.

Os interessados devem acessar o site www.cieepr.org.br para realizar o cadastro e acompanhar as vagas abertas no perfil. Dúvidas podem ser enviadas para cianorte@ciee pr.org.br ou pelo contato (44) 36297235.

Grupo Boticário anuncia investimento de R$ 840 milhões no Paraná

Fonte: AEN – Foto: Jonathan Campos 

O Grupo Boticário anunciou nesta quinta-feira (08) que investirá R$ 840 milhões na ampliação de sua fábrica de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Com o aporte, a fábrica paranaense terá sua capacidade elevada em cerca de 40%. A expectativa é que sejam criados cerca de 200 novos postos de trabalhos diretos e mais 300 indiretos.

O governador Carlos Massa Ratinho Junior recebeu a notícia do investimento no início da semana em um encontro com o vice-presidente do Conselho Administrativo do Grupo Boticário, Artur Grynbaum.

“Este importante investimento que o Grupo Boticário está fazendo mais uma vez no Paraná é extremamente importante porque gera empregos, movimenta a economia e gera qualidade de vida. Além disso, ratifica o trabalho que temos feito para oferecer um ambiente com segurança jurídica e tranquilidade política que pesa muito na escolha dos investidores pelo Estado”, afirmou o governador.

Para o incremento na capacidade industrial da fábrica, o novo investimento contempla a instalação de novas linhas de produção, modernização de linhas já existentes e ampliações logísticas e administrativas. Com a geração de novos postos de empregos diretos e indiretos, a empresa dará continuidade ao desenvolvimento de iniciativas sociais com foco em capacitação e empreendedorismo.

Este é o segundo investimento de grande porte anunciado pelo Grupo Boticário no Paraná em dois anos. Em 2022, a empresa já havia anunciado R$ 200 milhões para aumentar o polo produtivo da empresa em São José dos Pinhais.

“O Grupo Boticário é uma empresa paranaense, e nossa operação no Estado está em constante evolução. O novo investimento reforça nosso compromisso com a região e com os paranaenses, que têm sido impactados positivamente pela nossa atuação, seja consumindo nossos produtos, seja por meio de oportunidades de emprego”, afirmou Grynbaum.

“Para nós, essa é mais uma maneira de endossar nosso propósito de criar oportunidades para a beleza transformar a vida das pessoas e o mundo ao nosso redor”, complementou o vice-presidente do Conselho do Grupo Boticário. O plano de investimento da empresa é de R$ 3,34 bilhões para os próximos quatro anos em todo o País.

PARCERIAS – Paralelamente aos investimentos no setor de beleza, o Governo do Estado também conta com a parceria do Grupo Boticário em projetos que fortalecem as práticas ambientais, sociais e de governança, o chamado ESG.

Um dos exemplos é o Empreendedoras da Beleza. A iniciativa oferece capacitações a mulheres em situação de vulnerabilidade social que moram na Região Metropolitana de Curitiba (RMC) e desejam empreender na área. Para as outras cidades, o projeto oferece cursos de maquiagem, manicure, entre outros.

Outra parceria com a empresa é no projeto Viva Água, que reúne mais de 90 instituições com o objetivo de melhorar a qualidade da água da Bacia do Rio Miringuava, em São José dos Pinhais, e garantir a segurança hídrica da Região Metropolitana de Curitiba.

No início deste ano, o Estado e a Sanepar também assinaram protocolos de compromisso para o desenvolvimento de ações de conservação da Serra do Mar com a Fundação Grupo Boticário e o Instituto Life. A Sanepar irá destinar cerca de R$ 4 milhões a serem aplicados durante três anos em ações de conservação da biodiversidade e dos recursos hídricos na Mata Atlântica. Apenas para o  Movimento Viva Água Miringuava a Sanepar destinará R$ 2 milhões, que serão utilizados para práticas de conservação da natureza, segurança hídrica e adaptações a mudanças climáticas.

GRUPO – O Grupo Boticário é um dos maiores grupos de beleza do mundo. A empresa nasceu no Paraná em 1977 como uma pequena farmácia de manipulação e hoje agrega laboratório, fábrica, inovação, tecnologia, logística, marketing e varejo, em um ecossistema de 110 mil pontos de venda no varejo, parceiros e fornecedores. Atualmente a empresa tem mais de 20 mil colaboradores diretos, está presente em mais de 1,7 mil cidades brasileiras e 40 países.

Brasileiros ainda não sacaram R$ 8,5 bilhões de valores a receber

Fonte/Foto: AGbr

Os brasileiros ainda não sacaram R$ 8,5 bilhões em recursos esquecidos no sistema financeiro até o fim de junho, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (7) pelo Banco Central (BC). Até agora, o Sistema de Valores a Receber (SVR) devolveu R$ 7,4 bilhões, de um total de R$ 15,9 bilhões postos à disposição pelas instituições financeiras.

O SVR é um serviço do Banco Central no qual o cidadão pode consultar se ele próprio, sua empresa ou pessoa falecida tem dinheiro esquecido em algum banco, consórcio ou outra instituição e, caso tenha, saber como solicitar o valor. Para ter acesso a recursos de pessoas falecidas é preciso ser herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal.

As estatísticas do SVR são divulgadas com dois meses de defasagem. Em relação ao número de beneficiários, até o fim de junho, 21.655.768 correntistas haviam resgatado valores, menos da metade do total de 66.362.955 correntistas incluídos na lista desde o início do programa, em fevereiro de 2022.

Entre os que já retiraram valores, 20.146.702 são pessoas físicas e 1.509.066 são pessoas jurídicas. Entre os que ainda não fizeram o resgate, 41.285.530 são pessoas físicas e 3.421.657 são pessoas jurídicas.

A maior parte das pessoas e empresas que ainda não fizeram o saque têm direito a pequenas quantias. Os valores a receber de até R$ 10 concentram 63,1% dos beneficiários. Os valores entre R$ 10,01 e R$ 100 correspondem a 25,06% dos correntistas. As quantias entre R$ 100,01 e R$ 1 mil representam 10,04% dos clientes. Só 1,8% tem direito a receber mais de R$ 1 mil.

Em junho, foram retirados R$ 268 milhões, uma redução em relação ao mês anterior, quando tinham sido resgatados R$ 328 milhões.

O SVR engloba valores disponíveis em contas-corrente ou poupança encerradas; cotas de capital e rateio de sobras líquidas de ex-participantes de cooperativas de crédito; recursos não procurados de grupos de consórcio encerrados; tarifas cobradas indevidamente; parcelas ou despesas de operações de crédito cobradas indevidamente; contas de pagamento pré ou pós-paga encerradas, contas de registro mantidas por corretoras e distribuidoras encerradas e outros recursos disponíveis nas instituições para devolução.

Alertas

O Banco Central alerta os correntistas a ter cuidado com golpes de estelionatários que alegam fazer a intermediação para supostos resgates de valores esquecidos. O órgão ressalta que todos os serviços do Valores a Receber são totalmente gratuitos, que não envia links nem entra em contato para tratar sobre valores a receber ou para confirmar dados pessoais.

O BC também esclarece que apenas a instituição financeira que aparece na consulta do Sistema de Valores a Receber pode contatar o cidadão. O órgão também pede que nenhum cidadão forneça senhas e esclarece que ninguém está autorizado a fazer esse tipo de pedido.