O Caso Sttela e Letycia completa 43 dias de incertezas e angústia para os familiares e moradores de Cianorte e região. Desde que as jovens Sttela Dalva Melegari Almeida e Letycia Garcia Mendes, ambas de 18 anos, desapareceram no final de abril, as forças de segurança seguem em uma força-tarefa contínua para desvendar o paradeiro das amigas.
Até o momento, a investigação da Polícia Civil corre contra o tempo, porém o destino das jovens permanece desconhecido. Por isso, a comunidade e os familiares realizam campanhas massivas nas redes sociais para cobrar respostas rápidas das autoridades.
Quem é o principal suspeito no Caso Sttela e Letycia?
A Polícia Civil concentra as investigações principalmente em Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, homem amplamente conhecido pelos apelidos de “Sagaz” ou “Dog Dog”. Atualmente, o Poder Judiciário já decretou a prisão temporária do homem, visto que os investigadores o apontam como a peça-chave para solucionar o mistério. No entanto, ele conseguiu fugir e segue como foragido.
De acordo com os relatórios oficiais dos investigadores, o suspeito possui um histórico complexo que inclui os seguintes pontos:
Identidade Falsa: Clayton utilizava documentos falsos frequentes para despistar a fiscalização das autoridades.
Histórico Criminal: Além disso, a comarca de Apucarana já havia expedido um mandado de prisão em aberto contra ele pelo crime de roubo agravado.
Carro Clonado: Da mesma forma, o carro que ele dirigia na noite do sumiço possuía indícios de clonagem, fato que dificultou o rastreamento inicial das câmeras de segurança.
O trajeto e as últimas pistas antes do sumiço
Segundo a cronologia detalhada que os investigadores reconstruíram, Sttela e Letycia deixaram a cidade de Cianorte na noite de 21 de abril. Naquela ocasião, as duas jovens entraram em uma caminhonete que o próprio Clayton conduzia.
Em seguida, a polícia obteve registros digitais e imagens de monitoramento que ajudaram a refazer o trajeto do veículo pela região Noroeste do Paraná. O carro passou, por exemplo, por municípios como Jussara, Presidente Castelo Branco e Nova Esperança. Contudo, a última conexão do celular de Sttela ocorreu na madrugada daquele mesmo dia e, logo depois, alguém desligou os aparelhos definitivamente.
Desdobramentos da investigação e prisões recentes
Com o avanço das buscas, a operação policial cruzou as fronteiras regionais. No dia 19 de maio, portanto, a Polícia Civil do Paraná prendeu temporariamente uma mulher na cidade de Paraguaçu Paulista (SP). Conforme apontam os policiais, a ex-companheira de Clayton prestava apoio financeiro essencial para mantê-lo escondido.
Ademais, as equipes policiais cumpriram mandados de busca e apreensão em três endereços da capital paulista ligados à suspeita. Durante a ação, as autoridades retiveram aparelhos celulares para realizar a perícia técnica. Até agora, os agentes trabalham com diferentes linhas de investigação, incluindo as hipóteses de privação de liberdade, sequestro e homicídio, visto que não descartaram nenhuma possibilidade.
Como ajudar a Polícia Civil nas investigações?
Certamente, a mobilização da comunidade e o compartilhamento de informações sérias ajudam muito o avanço do caso. Portanto, se você tem qualquer detalhe sobre o paradeiro das jovens ou a localização do suspeito Clayton Antonio da Silva Cruz, colabore com a Justiça. Você pode repassar as pistas de forma totalmente anônima e sigilosa.
Com o objetivo de ajudar, utilize os canais oficiais de denúncia:
Disque-Denúncia: 181
Polícia Civil: 197
Polícia Militar: 190
21ª Subdivisão Policial de Cianorte: (44) 3637-5300













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