O bolso do consumidor cianortense sentiu o peso da inflação no último mês. De acordo com um levantamento detalhado realizado pelo Procon de Cianorte, o custo da cesta básica teve uma alta de 5% entre março e abril de 2026. A pesquisa monitorou 24 itens essenciais para o sustento de uma família média. Nesse sentido, o estudo evidenciou o impacto direto de crises internacionais e da oscilação no preço dos combustíveis.
Diferença de preços chega a 10% entre estabelecimentos
Além do aumento geral, o que mais chama a atenção é a disparidade de preços entre os supermercados da cidade. Em março, a variação entre o local mais barato e o mais caro era de 8,65%. No entanto, em abril, esse abismo subiu para 10,21%. Portanto, a economia final depende diretamente de onde o consumidor escolhe comprar.
Em números reais, a mesma lista de produtos que custa R$ 194,53 em um estabelecimento pode chegar a R$ 214,40 em outro. Dessa forma, essa diferença nominal de quase R$ 20,00 reforça a necessidade de “bater perna” antes de passar no caixa.
Itens de mercearia lideram as altas
O estudo focou em 14 itens de marcas específicas, como o arroz e feijão Leduam e o café Cianorte. Contudo, a análise também considerou outros 10 produtos de marcas variadas. É importante destacar que a análise concentrou-se no setor de mercearia, deixando de fora carnes e hortifrúti, que costumam ter volatilidade ainda maior.
O diretor do Procon de Cianorte, William Martinez Batista, destaca que a pesquisa não é mais apenas informativa. Pelo contrário, ela se tornou uma ferramenta de proteção financeira.
“Nesse cenário de alta, pesquisar preços deixa de ser uma opção e passa a ser uma necessidade de sobrevivência”, afirma Batista.
Dicas para economizar em Cianorte
Para que você consiga minimizar o impacto no orçamento, o Procon recomenda algumas estratégias:
Acompanhe os encartes: Redes como Royal, Amigão e Max Atacadista costumam ter dias específicos de promoções.
Lista de Substituição: Além disso, esteja aberto a trocar marcas tradicionais por marcas próprias.
Canais de Denúncia: Caso perceba aumentos abusivos, entre em contato com o Procon pelo WhatsApp (44) 99117-9177.













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